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Uefa Champions League-Pes 2010-Análise

A Champions League é outro modo muito divertido do PES 2010, é bem parecido com o original, não a muito a dar dicas, então vou fazer uma análise:Ela segue À risca as fases, primeiro a fase com 32 times de grupos, os dois primeiros de cada grupo passam e se enfrentam na fase ''Mata-Mata'' e vão as Oitavas De Final, os 8 que ganharem vão as Quartas De Final, que também é ''Mata-Mata'', aí 4 deles avançam para a próxima fase as semi-finais, os dois que vencem vão a final e os dois que perdem disputam o terceiro lugar, voce pode até passar em segundo do grupo, mas a partir do ''Mata-Mata'' não se pode perder ou está desclassificado, voces já devem conhecer isso, masa só para dar uma reforçada.

Quando se vence o campeonato voce ganha uma quantidade de ''PES'', nome do dinheiro no jogo, e ainda ganha poder ver o troféu da Uefa Champions League na sua sala de troféus.

Em alguns modos de cameponato eu não gosto de certas coisas, qunado agente vence, queremos ver o jogador levantando a taça, ver o que eu conquistei, mas em alguns campeonatos não é possível, felizmente no Modo Uefa Champions League pode ver a taça.Ah ela é a original, a mesma taça da Uefa Champions League, nada mudado, por isso se esforçe para  ganhá-lá.

Há dois modos de conseguir jogar a Uefa Champions league, é a primeira opção do menu e voce pode entrar com um time normal, ou pela Master League com seu time personalizado, mas aí eu acho melhor voce jogar pela Master league porque voce antes de jogar o torneio ainda tem que jogar uma temporada inteira e se classificar, e depois mais uma temporada inteira, liga e Champions League.

Na abertura dos jogos tem a bandeira da Uefa aquela com as estrelinhas, e ainda na sua camisa tem o símbolo da uefa Champions League e até o placar muda.Galera até a próxima...

Dúvidas?Comente!

Vinícius de Souza Torres-Equipe manual Da Tecnologi@

Review: Super Mario Galaxy 2

Dia 23 de Maio foi o lançamento oficial de Super Mario Galaxy 2, inclusive aqui no Brasil.


E eu vou fazer um Review do mesmo.


Está na hora de tirar a poeira do Wii? Vejamos.



História


Primeiro é preciso ressaltar que SMG2 não é uma continuação direta do primeiro. Por mais que a história do game anterior seja fofa, na opinião de Miyamoto ela acabou ficando complexa demais e destoando do clima descompromissado que é freqüente nas aventuras de Mario. É justamente por isso que voltamos ao básico em Super Mario Galaxy 2, com o jogo se passando em uma realidade alternativa a de Super Mario Galaxy, na qual o nosso encanador favorito nunca conheceu as Lumas ou a concorrente da Peach no papel de princesa-em-perigo, Rosalina.


O enredo então retoma o clichê da maioria dos jogos do italiano: Por um motivo qualquer, Peach chama Mario para visitá-la em seu castelo e chegando lá, somos “surpreendidos novamente”.  Bowser ataca o castelo e seqüestra a princesa. Oh noes, Déjà vu!


As diferenças em relação ao jogo anterior


Depois de algum tempo de jogo, Luigi agora aparece em algumas fases pra ajudar o irmão, mas você só poderá jogar com ele à vontade quando terminar o jogo pela primeira vez (logo depois da batalha final contra Bowser, o que pode acontecer a partir de 70 estrelas).



Além disso, toda vez que você completar uma fase jogando como Luigi, um ghost dele – que supostamente seria a gravação de uma partida de algum desenvolvedor do game – ficará disponível na mesma fase para competir e ver quem alcança a estrela primeiro. Aparentemente não há nenhuma recompensa extra por fazer isso, a não ser é claro que você seja alguém extremamente competitivo e finja que o desenvolvedor no acaso é o mestre Miyamoto – ou Satoru Iawata, se você preferir – só para ter aquela sensaçãozinha de “OMG! Eu chutei a bunda do Miyamoto!”.



Outro detalhe interessante é que, conforme você avança no jogo e completa os objetivos das fases que envolvem ajudar um NPC, novos tripulantes vão surgindo na sua nave espacial. Ou melhor, como diria a Lubba – a estrela roxa e gorducha que fez a navezinha – sua nave esFACIAL.


Se você parou de jogar Mario na época que você podia comer cogumelos ou florezinhas, vai se impressionar com a quantidade de power ups, vários inéditos, entre eles Cloud Flower, Rock Mushroom e Drill, adicionando novos elementos a aventura. Em especial a Drill, que brinca com a idéia infantil de “se eu cavar o suficiente aqui, chego ao outro lado do mundo?” e  a Cloud Flower, que transforma o encanador em Cloud Mario e dá a ele o poder de criar nuvens para servirem de plataforma.  Mas bem que ela poderia adicionar ao visual do bigodudo uma peruca loira que desafia a gravidade e uma espada gigante, além de fazê-lo resmungar – com seu característico sotaque italiano – sobre um tal “Sephiroth”. Aí seria o melhor jogo de todos os tempos sem dúvida.


E por falar em Power Ups, o fiel dinossauro amigo de Mario, Yoshi, também aparece nessa nova aventura e com direito a seus próprios poderes, que serão essenciais em algumas fases.



Por fim, se alguma fase estiver MUITO chata e você não agüentar mais morrer, a Cosmic Witch vai aparecer e oferecer para lhe mostrar o caminho até a estrela, só tenha em mente que, se você aceitar a ajuda dela, a estrela no final se tornará de bronze. Ela ainda entrará nas estatísticas, mas você sempre saberá que o mérito por ela não é seu, mas de uma bruxa. E você não vai conseguir dormir por causa disso.



O modo namorada


Também conhecido como “modo irmão mais novo”, é uma maneira de fazer mesmo quem não tem tanta habilidade com o controle participar do jogo, ajudar o jogador principal a concluir os objetivos e se divertir MUITO no processo. Assim como no primeiro Mario Galaxy, basta um Wii Remote adicional, sem Nunchuck, para jogar. Entretanto, em relação ao jogo anterior, o modo Co-op recebeu uma bela turbinada.


No controle da Luma laranja é possível pegar Star Bits, Moedas, One Ups, alguns Power Ups, segurar alguns tipos de plataformas, bater em inimigos e até parar Chomps, bolas de fogo e afins. Nesse modo também é possível interagir com alguns NPCs e até com o Yoshi (quando Mario não estiver em cima dele) e fazer algumas coisinhas menos úteis como apertar os botões do direcional, +, -, 1 e 2 para ouvir barulhinhos engraçados, como o de uma torcida batendo palmas ou soltando um suspiro de alívio, perfeito para os momentos de “quase morte”.



Diferente de New Super Mario Bros. Wii, jogando o modo multiplayer, não há perigo de ficar no meio do caminho ou atrapalhar o outro jogador caso ambos mirem juntos no mesmo inimigo. Na verdade, não há quase nenhuma interação direta entre a Luma e Mario, já que todos seus movimentos são controlados pelo ponteiro com o Wii Remote. Pense nela como uma providência divina que pode intervir por você nos momentos tensos e te salvar de algumas enrascadas. O máximo que pode acontecer é rolar uma certa falta de coordenação e segurar a plataforma errada, ou deixar passar algum Power Up, coisas que podem ser facilmente resolvidas com uma conversa antes de recomeçar a fase, combinando o que o segundo jogador pode fazer de mais útil. Ou simplesmente dando um cascudo no irmãozinho pentelho que não prestou atenção e deixou passar a maldita moeda que recuperaria e salvaria sua vida.


No final das contas, é muito gostoso jogar com Mario, passar das partes mais difíceis e depois dar uma relaxada, entregando o controle principal para outra pessoa e ficar de estrelinha assistente. Com exceção de algumas raras fases nas quais a estrelinha laranja pode atrapalhar um pouco a visibilidade por conta do ângulo de câmera fixo. Mas de modo geral, jogar acompanhado é uma excelente experiência e uma adição muito bem vinda.



As galáxias


Saudosistas irão se fartar aqui. Há referências ao mundo gigante de Super Mario Bros. 3 (  Supermassive Galaxy ), Super Mario 64 (Throwback Galaxy) e até da aparência clássica de Mario – “pixelado”,  como em sua versão 8 bits, mas de uma forma no mínimo surpreendente – no Mundo S!




Existem muitas outras pequenas referências espalhadas ao longo de vários estágios, como o arco de chegada da corrida de Fluzzards em uma das galáxias, remetendo aos Shines de Super Mario Sunshine.  Bosses de Super Mario Galaxy estão de volta e algumas galáxias se passam inteiramente em side-scrolling, agradando bastante aqueles que preferem a jogabilidade de Mario em 2D. Interessante notar que essa decisão foi motivada em grande parte pelo fato de New Super Mario Bros. Wii vender mais do que o primeiro Mario Galaxy no Japão, onde aparentemente ainda há um certo preconceito contra jogos do encanador em três dimensões.


E você, quais referências conseguiu encontrar?

Sobre estrelas ( amarelas e verdes )

Não, não vamos falar sobre a copa em um review de Super Mario Galaxy 2.  Acontece que as primeiras estrelas que você encontrará no jogo serão as amarelas (óbvio), e juntando 70 delas você poderá enfrentrar  Bowser e ter a opção de fazer uma escolha moral: resgatar Peach ou oferecê-la ao lagartão como sacrifício em troca de poderes infinitos. Ok, mentira. Você só vai resgatá-la pela googolnésima vez mesmo. Ao fazer isso pela primeira vez, o Mundo S será habilitado, o que permitirá pegar mais algumas estrelas e completar 120. Ao enfrentar Bowser novamente, você curtirá um final mais completo e poderá começar a coletar as estrelinhas verdes.


Alías, vale ressaltar que estrelas verdes parecem ter sido trabalho de algum estagiário. Em alguns dias ele só queria ir para casa e colocou a estrela bem visível e fácil de pegar. Já em outros, ele estava de saco cheio do chefe e pôs algumas estrelas em lugares bizarros, mas não porque exigem habilidades hardcore nos controles, e sim por causa do ângulo de câmera desfavorável  – e, nesses casos, não há muito a ser feito pelo segundo jogador.

Conclusão

Mario ainda acende aquele calorzinho saudosista em nossos corações e não decepciona em termos de variedade de mundos que você vai visitar. Um excelente game para jogar sozinho, mas principalmente uma ótima desculpa pra chamar aquela pessoa especial para jogar com você, mesmo que ela não goste tanto assim de games. Além disso, vale cada centavo já que você vai levar um bom tempo para pegar as 120 estrelas e não vai ficar de saco cheio para pegar as outras 122, pois elas oferecem um desafio completamente diferente das primeiras.

Bem, é isso.

Marco Sabino - Equipe Manual da Tecnologi@

Review Resident Evil 5

re5_review_1Está disponivel agora o Review do Residen Evil 5, confiram!



O Resident Evil 5 tem um grande desafio pela frente: precisa atender - e de preferência superar - a enorme expectativa gerada nos fãs; entregar novidades para a famosa trama; e superar a revolução ocasionada pelo Resident Evil 4, considerado um dos melhores games de terror para consoles.

A boa notícia é que a Capcom não descansou e dedicou esforço máximo para entregar, de maneira memorável, um dos melhores, se não o melhor, título da série surgida em 1996.

O mal reinventado
O Resident Evil 4 assumiu um grande risco ao substituir os lerdos e desajeitados zumbis por uma linhagem diferente de inimigos, os cultistas parasitados pelo vírus Las Plagas. Essa mudança deu nova vida à série, entregando inimigos mais desafiadores que os lentos zumbis.

O Resident Evil 5 leva essa alteração a um ponto ainda mais agressivo, alterando o foco do suspense para a ação, com uma campanha onde a cooperação é fundamental.

O novo título não é o primeiro da série com multiplayer. Na série Resident Evil: Outbreak, vários jogadores eliminavam zumbis em conjunto. Mas, o game não foi cuidadosamente elaborado e a experiência era frustrante. Felizmente, a Capcom trabalhou bem e o lado cooperativo do novo Resident é uma adição importante.

Outra mudança significativa é que a ênfase na ação colocará o jogador em grandes sequências, onde muita munição será gasta, com explosões, perseguições e grande número de inimigos. Fica clara a influência de jogos como Metal Gear Solid 4 e Gears of War 2.
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Um dos pontos negativos do processo, foi a redução substancial do suspense da série. O game não possui mais a atmosfera desolada de Resident Evil 4, afastando o jogador do estilo “mansão assombrada”.

Mesmo com uma evolução clara nas ameaças em Resident Evil 4, o novo título segue perfeitamente esta tendência. A evolução dos zumbis é grande a ponto de andarem em motocicletas sujas.

A mudança mais drástica ocorre na segunda parte do jogo, onde os inimigos passam a carregar rifles e outras armas, transformando completamente o combate. Não há mas tempo para pensar em tiros certeiros na cabeça, buscar cobertura e atirar a esmo se tornam ações fundamentais.
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Com essas alterações drásticas, o game perdeu muito da fórmula que tornou o Resident Evil 4 tão assustador.

Mas não se engane, esses momentos hollywoodianos são extremamente divertidos. Em um dos cenários o jogador deve saltar para a carroceria de uma caminhonete e eliminar, gastando várias balas, inimigos que o perseguem em motos e outros veículos.

Para quebrar a ação, o game apresenta os tradicionais quebra-cabeças, típicos da série, além de um inimigo novo de tempos em tempos, que pode variar de um soldado com uma mini-gun a um ciclope com uma motosserra.
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O mais frustrante é que as missões nas ensolaradas vilas africanas, repletas de inimigos e crocodilos são muito divertidas, mas com o progresso do game algumas missões se tornam chatas se comparadas às anteriores.

Mas, após o término da história permanece a sensação de se ter concluído um grande game.

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Lucas Rezende Tedeschi - Equipe Manual da Tecnologi@

Review Soul Calibur 4

Soul Calibur é um jogo de ação que é praticamente o melhor jogo de luta que eu já vi. Sabe por quê: Ele reúne os melhores personagens de todas as séries de luta. Confira o review da 4ª edição do game:
Os personagens antigos que retornam em Soul Calibur 4 (como Voldo, Mitsurugi, Raphael, Taki, etc) ainda mantém o velho estilo de luta, o que agradará aos jogadores mais veteranos, porém eles também trazem novidades, como novos golpes e correntes de combos! Além disso, agora também é possível criar times, no melhor estilo “tag”, assim como já visto em Tekken e Dead or Alive. Agora, Soul Calibur 4 realmente manda ver é no modo de criação de personagens! Isso devido ao fato de que, quanto mais você utilizar seu personagem criado, mais opções você libera. Isso inclui uma vasta quantidade de armas e armaduras, que incrementarão seus status, o que ajudará durante as batalhas, para que você possa esquivar de balões ou de outros movimentos de batalha. Com tamanha quantidade de detalhes, você poderá criar o lutador de seus sonhos, com um grau de personalização bastante amplo! Além disso, seu personagem criado poderá ser utilizado em qualquer modo de jogo!

Além disso, a tradição de Soul Calibur de sempre trazer personagens convidados não ficou para trás! Na versão para Playstation 3 é possível jogar com Darth Vader, enquanto na versão para Xbox 360 você poderá jogar com Yoda. Em se tratando de Vader, o mesmo poderá utilizar da “força” para paralisar temporariamente seus adversários, dando margem para que você possa abusar de combos (o adversário fica completamente atordoado, assim como os de Mortal Kombat ficariam com o ataque de Scorpion)! A versão de Playstation 3 ainda lhe permite instalar o jogo, fazendo com que os loadings sejam bastante rápidos!

Outro convidado (presente em ambas as versões do jogo, seja lá para qual console) é um destravável: O discípulo de Vader, que será visto em Star Wars: The Force Unleashed! E não é complicado liberá-lo. Você só precisa derrotá-lo no “arcade mode” com Vader. Seu único problema será derrotá-lo com outro personagem que usa a “força”, pois ele bloqueia praticamente tudo e ainda esquiva e adora fazer super-combos em você! É bem mais fácil derrotá-lo com os personagens tradicionais de Soul Calibur 4, mas para liberá-lo você terá que sofrer um pouquinho. Entretanto, ele é um ótimo personagem para se jogar, depois que você o liberar.

Outra interessante novidade em Soul Calibur 4 foi a adição dos “Critical Finish”! Esses movimentos lembram (bem de longe) os Fatalities de Mortal Kombat, porém a forma necessária para que esses movimentos sejam executados dependem mais do adversário do que você. O “Critical Finish” foi inserido no jogo mais para punir os jogadores “retranqueiros”. Quando você bloqueia em Soul Calibur 4,sua barra das almas, ou “Soul Gauge”, vai diminuindo. Daí, se você ficar bloqueando por muito tempo, essa barra ficará vermelha, dando a oportunidade do adversário destruir um pedaço da sua armadura! Posteriormente isso será a peça chave para que ele possa encaixar um “Critical Finish”! Porém, o jogo em si convida você mais para o ataque do que para a defesa, dando poucas oportunidades de você desferir ou receber um desses movimentos fatais! Tudo dependerá do comportamento em luta.

E uma das mais empolgantes novidades é o modo on-line! Quanto mais batalhas consecutivas você vencer, mais níveis seu personagem vai ganhando e os rankings on-line estarão sempre disponíveis para mostrar quem é que está lutando melhor. Aqui, novamente, você poderá jogar com um dos personagens do jogo ou com aquele personagem monstruoso que você criou, vendo se ele realmente está pronto para encarar os verdadeiros desafios! É uma pena que após cada batalha você tenha que retornar ao menu de busca de batalhas, não podendo retornar rapidamente aos combates. Na versão para PS3 também foi incluída uma opção para reservar espaço para amigos que você convidar na sua lista de amigos, para batalhas de até quatro jogadores (finalmente, pois essa função já está disponível no Xbox 360 para praticamente todos os jogos do console!). Outro fator animador é que são raros os momentos de lag durante os combates!

O jogo mantém o mesmo nível de alta qualidade, vistos nas demais funções, quando o assunto é o aspecto gráfico e os efeitos sonoros! Os modelos dos personagens são altamente detalhados e em alguns casos são simplesmente perfeitos! O mesmo acontece com as arenas do jogo, que são cheias de vida e bastante provocativas. O mesmo cuidadoso trabalho pode ser visto com os efeitos de som e vozes. As vozes por sinal incluem uma opção para agradar seu gosto: Você prefere dublagem em inglês (que ficou bom por sinal!) ou a original em Japonês? A escolha é sua!

Assim, a mistura do estilo clássico de luta, combinado a diversas novidades, juntamente com uma apresentação repleta de conteúdo, uma atmosfera fantástica, mais de 30 personagens (sem mencionar os que você pode criar), movimentos diversos e controles que respondem muito bem (ufa!) fazem de Soul Calibur 4 um game de luta simplesmente imperdível! Claro que o jogo poderia ter mais destraváveis, um modo on-line mais rápido (no sentido de conectar você a uma batalha) e menos apertar de botões (pois em certos momentos, dá pena do joystick!), porém nada disso consegue retirar o brilhantismo que faz Soul Calibur 4 facilmente ser o melhor game da série!

Review Forza Motorsport 3

Quando se fala em um jogo de corrida, logo pensamos em Gran Turismo, Burnout, Need For Speed, etc... Mas a Microsoft inovou, e criou um jogo que se equipara, se não supera os títulos citados acima. Confira:
Forza Motorsport foi lançado em Maio de 2005 para o Xbox pelas mãos da Turn 10 Studios, estúdio interno da Microsoft que até hoje só tem uma franquia no currículo, Forza. O jogo de corrida se firmou rapidamente como uma das melhores franquias do gênero no mercado com um poderosíssimo Metacritic 92. Mas 2005 não era mais o ano do Xbox… neste mesmo ano nascia o sucessor da caixa preta e o console que mudaria a indústria em 360 graus.

Dois anos após o Xbox 360 ser lançado, a franquia Forza voltou com o seu segundo jogo, novamente um sucesso de críticas e vendas (4 milhões de unidades). Forza Motorsport, na opinião de alguns críticos, redefiniu a jogabilidade dos simuladores de corrida (ou semi-simuladores, para alguns), já que seu maior concorrente, Gran Turismo, havia estacionado no tempo neste quesito.

Novamente dois anos após Forza Motorsport II, a Microsoft e a Turn 10 Studios anunciam o terceiro jogo da franquia, causando euforia entre os donos de Xbox 360 e preocupação entre os mais fanáticos pela série Gran Turismo: seria Forza o jogo a desbancar o mais famoso dos simuladores Gran Turismo?

Descubra a resposta para essa pergunta abaixo:

Paixão por quatro rodas




Começo esta análise dizendo que Forza Motorsport III é atualmente o jogo mais bonito de carros disponível no mercado. Forza III pode até não ter cumprido as altíssimas e em certa parte exageradas expectativas do público em relação as imagens de replay que foram divulgadas pela Turn 10, mas como essa prática de divulgação já se tornou comum, quem esperava um lindo jogo, ficou bastante satisfeito, mesmo com alguns serrilhados presentes.

Forza III é extremamente fiel na reconstrução virtual dos mais potentes e charmosos carros existentes no mercado. De Ferraris a Porsches, passando por Volks e Hondas, todos os carros possuem milhares e milhares de polígonos (10 vezes mais que Forza II) que os fazem tomar vida dentro da sua televisão. A Turn 10 disponibilizou mais de 400 carros para serem escolhidos por você, e a lista abrange todas as maiores marcas do mundo:

Acura, Alfa Romeo, Aston Martin, Audi, Bentley, Buick, BMW, Bugatti, Cadillac, Chevrolet, Chrysler, Dodge, Ferrari, Fiat, Ford, Holden, Honda, Hyundai, Infinity, Jaguar, Koenigsegg, Lamborghini, Lexus, Lotus, Land Rover, Maserati, Mazda, McLaren, Mercedes, MINI, Mitsubishi, Nissan, Opel, Pagani, Panoz, Peugeot, Pontiac, Porsche, Renault, Saab, Saleen, Saturn, Scion, SEAT, Ford, Shelby, Subaru, Lexus, Toyota, TVR, Vauxhall, Volvo e Volkswagen.

Mais do que bonitos, todos os carros do jogo são fiéis às especificações técnicas de aceleração, frenagem e velocidade final, assim como balanço e torque. Acelerar uma Ferrari faz o carro balançar de maneira diferente de acelerar um Volkswagen. A aerodinânica de um Bugatti realmente influencia na hora de fazer uma curva fechada em relação a um Peugeout, por exemplo. A física dos carros é bastante realista e convincente, com um porém na sensação de velocidade com a câmera fora do carro; não que seja tão ruim, mas talvez você olhe duas vezes para o velocímetro conferindo se está mesmo a 250km/h. A visão interna dos carros também deixa um pouco a desejar, principalmente se comparado a um dos seus concorrentes, Need For Speed: Shift, mas pelo menos a sensação de velocidade é mais realista.

Além dos carros, Forza III traz 19 diferentes pistas com mais de 102 variações de circuitos, o que a princípio pode parecer um grande número, acaba decepcionando um pouco quem adquire o jogo; as pistas são bastante parecidas e os diferentes trajetos acabam não trazendo a variação que a Turn 10 almejou. Contudo, se não há tanta variação, pelo menos há qualidade no que foi oferecido. As 19 pistas que incluem paisagens da Itália, Estados Unidos, Espanha, Japão, França, Alemanha e Inglaterra são belíssimas, dignas de você deixar a corrida de lado para apreciar os longínquos mares, montanhas ou árvores a sua volta.

Mesmo com os gráficos avançados e competentes (mas não tão poderosos quanto previamente imaginado), um dos maiores esmeros técnicos em Forza III é a parte sonora do jogo. Os efeitos de som foram extremamente bem captados e oferecem uma imersão in-game incrível. Pelo fato de minha esposa ser produtora musical, tenho a disposição ótimos fones de ouvido para testar esse quesito, e afirmo que se há compressão nos arquivos de som, foram feitos com bastante delicadeza; cada frequência está presente de forma bastante cristalina.

Auto-escola com importados




Um dos maiores elogios à Forza sempre foi sobre sua jogabilidade. Forza Motorsport I e II inovaram o estilo que era dominado pela Polyphony Digital com Gran Turismo, e definitivamente mostrou aos jogadores que GT estava ficando ultrapassado no quesito. Forza Motorsport III trouxe maior realismo ao estilo que se denomina simulador de corridas, e abdicou de práticas comuns aos jogadores, como a possibilidade de fazer curvas usando como parede os adversários (ok, possível é, mas não é tão fácil quanto outros jogos).

Mais do que oferecer uma jogabilidade consistente, Forza Motorsport III traz a possibilidade do jogador casual poder adaptar-se a um excelente e bonito simulador de corridas. Perdi a conta de quantos amigos meus deixaram de apreciar Gran Turismo (ou mesmo os primeiros Forzas) pela dificuldade imposta no jogo em comparação com os populares arcades (Need for Speed, Burnout e cia). Forza III oferece diferentes modos de jogabilidade para todos os níveis de dificuldade, inclusive adicionando o modo “rewind”, para voltar no tempo caso você tenha errado alguma curva.

Para os iniciantes em simuladores, a Turn 10 trouxe o controle de tração, trajeto marcado e auto-frenagem. Embora isto realmente facilite para o jogador iniciante, as corridas perdem a graça e ficam extremamente enfadonhas. Mas a intenção da Turn 10 com estes modos de jogabilidade Easy, Normal ou Hard são uma perfeita curva de aprendizagem: primeiro desligue o controle de tração, depois de três dias o trajeto marcado, e depois de uma semana a auto-frenagem: aí começaremos a jogar um verdadeiro e ótimo simulador.

Os modos Normal e Hard já trazem um bom desafio a você; a inteligência artificial é competente (principalmente no Hard) e poderá te entreter por um bom tempo. Pessoalmente travei boas batalhas contra a máquina no modo Hard sem nenhuma ajuda de tração ou auto-frenagem, os carros te enganam na hora da ultrapassagem e fecham os caminhos abertos para você ultrapassar, além disso fecham você utilizando frenagens realistas, o que não é tão comum em outros jogos do gênero. Já o modo Easy é realmente simples e fácil, trazendo adversários diretamente da Pré-Escola (não se assuste se ver um adversário indo diretamente contra a parede).

Detalhes que fazem a diferença




Ainda lembro quando a febre por jogos de corrida voltou a dominar os gamers… um dos motivos para isto se chamava Need For Speed: Underground, o jogo de corrida “a la” Velozes e Furiosos que trouxe opções de tuning, ou, customização. E em Forza III, isto foi levado muito a sério.

Forza Motorsport III é um jogo sem igual no quesito customização. E não pense que esta customização é limitada simplesmente a diferentes aros da roda ou aerofólios. Forza III permite com que você altere praticamente todo o seu carro, mudando todos os atributos e deixando ele do jeito que você mais gosta de pilotar. E se a parte técnica dos carros não é o bastante, experimente passear pela customização visual… são opções inigualáveis a qualquer outro jogo disponível no mercado.

Além de customizar os carros, você pode lançá-los a venda na rede online de Forza III. Não que você fature dinheiro de verdade, mas com uma moeda do jogo você poderá adquirir ou vender novos visuais e mecânicas para seus carros favoritos. É realmente interessante o poder da comunidade neste quesito, já que menos de uma semana após o lançamento do jogo, eu já estava com Forza III em mãos e fiquei no mínimo umas cinco horas passeando pelos confins das criações expostas na comunidade.

Forza Motorsport III é também um bom jogo a ser desfrutado online. O processo até começar uma corrida é bastante simples e intuitivo, graças aos modernos e minimalistas menus do jogo (um dos mais bonitos desta geração de games). Se você treinou contra a máquina no modo Hard por dois meses, talvez, e apenas talvez, esteja preparado para jogar online. É incrível como o povo é viciado e pilota bem suas máquinas, mostrando que a curva de aprendizado na jogabilidade de Forza III pode ser muito, muito longa.

As infindáveis horas que você necessita para conhecer todo o potencial de Forza III (seja online ou offline) te farão também reconhecer algumas falhas do jogo. Além dos já supracitados serrilhados (perdoáveis pelos 60fps fixos), o jogo é limitado quando se trata de pequenos detalhes que fazem a diferença: não é possível correr durante a noite, não é possível ter mais de sete adversários na pista e não é possível praticar rally como o seu maior concorrente. Ah, e já ia me esquecendo… o sistema de danos em Forza III está longe de ser convincente.

Estas supracitadas “falhas” não são resultado de má vontade por parte da Turn 10 e nem culpa de um possível poder de processamento ou capacidade gráfica do Xbox 360, mas sim a sua mídia, o DVD, um dos maiores gargalos do console. O jogo que traz efeitos de som com pouca compressão e texturas em altíssima definição já traz um segundo DVD com carros extras. Assim, com pistas parecidas e poucas opções além do asfalto, Forza III é um jogo para poucos; para os fãs de velocidade que não se cansam de correr por horas e horas em belíssimas pistas de asfalto.

Conclusão




Atualmente não há nada como Forza Motorsport III no mercado, e tenho certeza que mesmo nos próximos dois anos, poucos jogos farão frente ao título da Turn 10 para o Xbox 360. Forza III é a junção de bons gráficos, excelentes efeitos sonoros, impecável jogabilidade e grande suporte ao multiplayer.

As falhas que mencionei ao longo do texto poderão até influenciar você na hora da compra, mas saiba que Forza III é tão bom nos pontos positivos que os negativos são sublimados. Se as pistas de asfalto parecidas podem te cansar, o disputado multiplayer e as variadas opções de customização tirarão logo seu cansaço e te divertirão por meses. Além do que o caminho até você conquistar 100% do jogo é longo, muito, muuuuito longo.

Comparando ao seu mais famoso concorrente, e não deixando de lado outros títulos com qual briga, Forza Motorsport III é superior em todos os quesitos (mesmo para a época de cada um) a Gran Turismo e Need for Speed: Shift. Alguns detalhes podem ser inferiores, mas o conjunto da jogabilidade, gráficos e fator replay o colocam no trono dos jogos de corrida atuais.

É o título de corrida a ser batido pela concorrência, e um dos melhores jogos do Xbox 360.

Review Devil May Cry 4

Devil May Cry, jogo aclamado pelos gamers, volta as prateleiras. Em sua quarta versão, a aclamada série de ação que fez tanto sucesso no Playstation 2 chega com novidades, belos gráficos, boa história e personagem novo.

Antes do game propriamente dito, vamos recapitular um pouco as versões anteriores. O primeiro game da franquia foi de grande sucesso pois trazia ação desenfreada, rock e um herói, meio humano meio demônio, debochado que literalmente perdia os amigos (ou inimigos) mas não perdia a piada e lutava com as combinações de golpes mais extravagantes possíveis. Seu nome era Dante, filho do lendário Sparda, demônio que traiu sua raça para salvar a humanidade, e que era dono de uma agência de caça aos "coisas ruins" entitulada Devil May Cry. A segunda versão do game foi deixada a carga de produção de terceiros pela Capcom, e assim o sucesso da primeira versão também se repetiu, mas desta vez negativamente. A última versão do game recuperou o prestigio da série, novamente sob a tutela da companhia criadora de Megaman, o game trazia Dante mais jovem, ainda procurando um nome para sua agência (que depois seria batizada graças a uma frase de Lady no fim do game), oferecia uma jogabilidade repleta de combos insanos e estilosos, batalhas épicas, e vários estilos de luta. A história da terceira versão trazia o irmão gêmeo de Dante, Vergil, que queria a todo custo adentrar no mundo dos demônios para obter o poder de seu pai. O terceiro game chegou a ganhar uma conversão para PC que trazia extras, como a possibilidade de se jogar com Vergil e também alguns novos estilos de luta.

Bom, falando do novo game, pra começar ele tem tudo que os fãs da série poderiam esperar, com excessão para aqueles que acham que Devil May Cry não é Devil May Cry sem Dante. E é aí que mora o perigo, o jogo é bom, mas o personagem principal, Nero, apesar de ser muito parecido com Dante, não apresenta o mesmo carisma e loucura do protagonista dos outros jogos. O que faz lembrar outro game de grande sucesso, Metal Gear Solid 2, que sofreu com a mesma situação, ou seja um grande jogo mas com um personagem principal sem personalidade, lembram do Raiden? Mas voltando a Devil May Cry, Dante está sim presente, e tem até um papel considerável na história, mas a Capcom desenvolveu o game para Nero, e você poderá jogar com Dante, mas na maioria em fases em que Nero já passou, restando apenas coletar Orbs como desafio, o que torna sem sentido jogar com Dante, outro fator negativo para quando se jogar com o filho de Sparda é que ele não conseguirá ter a mesma quantidade de armas que estavam presentes na versão anterior (Dante começa com Rebellion e as famosas pistolas gêmeas, Ebony e Ivory, depois poderá adquirir a Gilgamesh, a Lucifer e a Pandora) já que o tempo em que se jogará com ele é reduzido, mas todos os estilos de Dante estão presentes (Royal Guard, Trickster, Gunslinger, Swordmaster, Doppelganger, Quicksilver e Dark Slayer), com a vantagem de se poder alternar entre qualquer um deles durante as batalhas com um simples apertar de um botão, isso mesmo, você pode iniciar um combo no estio Gunslinger e continuar com um Swordmaster, por exemplo, o que torna a possibilidade de seqüências muito maior, aliás porque não fizeram assim em DMC3??

Focando agora na história dessa versão, ela até que se encaixa ao game, mas não trás nada de excepcional. O enredo se inicia com uma bela apresentação em uma cerimônia de adoração a Sparda, celebrada pela Ordem da Espada, governantes da cidade de Fortuna, da qual faz parte Nero, como Cavaleiro Sagrado, e quem canta de maneira bela é Kyrie, amada de Nero e irmã de Credo, o braço direito do líder da Ordem. A cerimônia então é interrompida por um invasor que elimina sem pestanejar o Grande Sacerdote. Para surpresa de todos, o assassino é Dante, que aparentemente todos na Ordem conhecem, menos Nero. Após testemunhar o assassinato do líder, Nero passa a seguir Dante tendo em mente que ele deve pagar por seus crimes, mas sem saber as reais intenções de Dante. Reviravoltas vão acontecendo durante o jogo todo, até que finalmente se descobre o porque de Dante se mostrar contra à suposta benéfica Ordem, quem é o vilão, a Ordem ou Dante? Só jogando pra ver, não vamos estragar as surpresas né.

Os novos personagens são Agnus e Gloria, ambos da Orde, mas velhos conhecidos também garantem presença, como Lady e Trishy duas personagens com fortes personalidades e estilos próprios.

Falando mais do personagem principal, Nero usa uma arma de fogo chamda Blue Rose e uma espada, a Red Queen, para dar conta dos inimigos. Assim como nos outros games, vários combos diferentes podem ser executadas conforme as armas que se vão adquirindo e também conforme seu avanço no game. A ação é incessante, com ataques rápidos para todos os lados e não requerem grande habilidade para serem executados, já que boa parte das seqüências podem ser executadas, apertando o botão de ação algumas vezes seguidas. Conforme você vai desferindo golpes um medidor de nível de combos vai aumentando, começado em D (Deadly), passando para C (Carnage), B (Brutal), A (Atomic), S (Smokin'), SS (Smokin' Style) e SSS (Smokin' Sick Style), este último bem difícil de se executar pois depende de muitos inimigos na tela ao mesmo tempo, e que de preferência eles possuam uma resistência um pouco maior. Mas sua nota no final de cada capítulo só vai melhorar se você variar bastante os combos, ou seja, terminar o game com o mesmo combo, não lhe dará um Ranking bom no final das contas

Falando em notas, sempre que você terminar um capítulo, receberá uma nota de D a SSS, que vai variar de acordo com o tempo levado para concluir a missão, número de Orbs coletados e combos executados, e quanto maior a nota maior será e uma quantidade de Proud Souls recebida, que servirão para destrancar habilidades extras para Nero como contra ataques, novas seqüências de golpes, maior alcance para o Devil Bringer e novas "habilidades" para as armas. Tudo sempre ficando mais "caro" conforme a evolução.

Quanto aos estilos que Nero pode usar, em DMC4, as coisas são diferentes, o protagonista possui um estilo único de combate, que nem chega perto das habilidades de Dante, mas que possui uma grande vantagem, esse estlo se chama Devil Bringer, seu braço demoníaco, bem ao estilo daquelas botas que Vergil e Dante usavam em DMC3. O Devil Bringer funciona como uma espécie de corrente para que Nero possa se agarrar em locais específicos e subir em plataformas superiores, se projetar rapidamente na direção dos inimigos ou trazê-los para mais perto, golpeá-los e arremessá-los para longe. Por exemplo, em dos chefões, o flamejante, procure-se desviar de suas investidas com o Devil Bringer e então se aproximar de sua cabeça com o mesmo recurso, para atacar seu ponto fraco. Não há limite para Nero usar essa habilidade, por isso use e abuse deste artifício.

Quanto a espada, Red Queen, de Nero, ela é cheia de acessórios, o cabo funciona como o acelerador de uma moto e toda vez que é acionado, um medidor vai enchendo, até três vezes, e assim os três próximos golpes de Nero causarão um grande estrago nas criaturas do inferno. E depois que você adquirir o Devil Trigger, você poderá combinar essa função com as habilidades de sua Red Queen, estourando uma barra azul que fica logo abaixo do medidor de energia, e ainda recuperar seu HP.

O sistema de jogo de DMC4 também é dividido em capítulos, como na versão anterior, mantendo-se a possibilidade de retornar a fases já completadas para recolher Orbs (Verde recupera o HP de seu personagem, a branco preenche a barra especial, e as azuis são os mais importantes, pois eles aumentam a barra de energia) ou para procurar pelas missões secretas que estão espalhadas pelo jogo na forma de inscritas em vermelho na parede, atrás de estátuas, em luzes, e outros locais, que podem ser encontradas quando o braço do protagonista começar a brilhar.

Os níveis de dificuldade, no início são dois: Human, destinado aos novatos, e Devil Hunter, um pouco mais difícil, com mais inimigos, mas que não chega a ser nenhum grande desafio, você pode liberar novos modos, para isso basta terminar um modo anterior, e assim totalizando-se seis modos possíveis

Os inimigos são bem variados, mas nos chefes, esses sim, é que se encontrarão as grandes batalhas. Todos os chefes são gigantes e vão desde Echidna, uma mulher meio cobra meio planta, até Berial, o ser de flamejante citado anteriormente. E espere só para ver o chefe final.

A parte gráfica é excepcional, o jogo flui a 60 fps o tempo todo, com excessão de algumas cenas que contam a história em que essa contagem podem diminuir. Falando em cut-scenes, qualquer um poderia achar que elas são em CGs, mas na verdade ela são do próprio engine do game, sentiu o poder?? As construções são todas bem realistas, os efeitos como fogo e água são caprichados, sem bem que mal aproveitados, e o único problema se encontra nos efeitos de sombra, amplamente visíveis na floresta.

A parte sonora segue o estilo das versões anteriores, metal pesado, com mistura de música eletrônica (blargh!!) em alguns casos, e algumas pitadas aqui e ali de sonoridades mais eruditas. Destaque para a bela canção no início do jogo conduzida por Kyrie. A dublagem ficou legal, e os sons de armas, principalmente as de fogo, muito próximos ao real.

Os extras que podem ser acessados é o Story Theater, para conferir todos os filminhos do game. Também pode ser habilitada uma galeria dos personagens, dos inimigos, dos chefões, armas, além de artworks, e detalhes sobre os personagens. O modo survival presente em DMC3, também retorna a esta versão, o chamado Bloody Palace, para simplesmente realizar combos e coletar Orbs.

A câmera, como boa parte dos jogos 3D não é perfeita. Não chega a comprometer a jogabilidade, mas pode desorientar em algumas situações. Nos combates contra os seres das trevas, os objetos que poderiam bloquear a visão se tornam transparentes para minimizar o problema.

Agora, o problema mais notável, para os anciosos e angustiados de plantão é primeiro loading de DMC4, pode chegar a demorar cerca de 25 mintuos, pois o game instala a maior parte dos arquivos no disco rígido do console, e por isso o tempo de carregamento entre as fases é mínimo. Bons pra uns, ruins pra outros.

Pra finalizar, Devil May Cry 4, mantém a tradição de ser um bom game, com belos gráficos, muita ação, poucos puzzles para se resolver, mas cujo problema principal pode residir justamente no protagonista, que apresenta carisma praticamente nulo, não deixando ninguém com vontade de saber o que acontecerá daqui pra frente com Nero, que ele seja feliz, e a que Capcom traga de volta Dante para as próximas versões, porque as piadinhas dele eram muito melhores.

Review Assasin's Creed 2

Assasin's creed, game da Ubisoft, foi considerado o melhor game do ano pelos críticos. Descubra o porque:


O primeiro Assassin's Creed foi muito elogiado pela crítica especializada e pelo público, fã de games, em geral, pelas suas boas ideias empregadas e pela ótima jogabilidade. Mas a falta de carisma de boa parte dos personagens, missões mais elaboradas, e realmente usar os quesitos que o game se propunha também fez com que o game não recebesse boas avaliações devidos as semelhanças em demasia com Prince Of Persia, também da Ubisoft.

Nesta segunda versão de Assassin's Creed, para Playstaion 3 e X-Box 360, muitos dos problemas foram solucionados, e essas melhorias foram adicionadas o que já funcionava muito bem. Resultado: um bom game, que faz o que se destina e ganha uma identidade própria

A trama principal continua em torno de Desmond, personagem secundário, mas de forte ligação ao enredo, já que tudo gira em torno da memória presente em seu DNA. O "herói" desta versão atende pelo nome de Ezio Auditore da Firenze, filho do protagonista do primeiro Assassin's Creed, Altair. Ezio não inicia o game como um assassino, mas aos poucos ele vai aprendendo mais sobre sua linhagem e o assassinato de sua família para então deixar sua vida nobre para se tornar um assassino habilidoso e frio nas ruas de Florença. Mas, esse enredo elaborado também tem seus momentos cômicos, principalmente quando Ezio encontra seu tio Mario (não, não aquele Mario!) e passa a ajudar na prosperidade da vila. A grande mudança na trama está no trabalho de apresentação dos personagens que completam a trama, com muito mais detalhes, que nos permitem simpatizar com os personagens ou não.

Assassin's Creed apresenta novos recursos muito interessantes. Como várias referências ao primeiro episódio são feitas, Ezio acaba por se deparar com inúmeras dicas de seu pai, sobre a linhagem de assassinos e mensagens codificadas que ensinam a como construir e consertar armas. E é aí que entra em cena, nada mais nada menos que o grande inventor, pintor, estudioso e cambista de ingressos nas horas vagas, Leonardo Da Vinci. Com a ajuda dessa celebridade, Ezio vai atualizando sua arma principal, uma espécie de manopla com uma lâmina escondida sob seu braço. Com as atualizações, novas armas podem ser acopladas a manopla.

Como você deve ter percebido, o quesito exploração é primordial em Assassin's Creed 2. Você deverá alcançar lugares muito altos para atualizar seu mapa, que começa bem básico, mostrando apenas algumas localizações principais, e conforme você alcança os lugares marcados no mapa pelo símbolo de uma águia o mapa vai ficando mais e mais completo. Portanto, objetos chaves para completar missões, avançar no game e localizar os próprios documentos seguem esse mesmo processo. Com os documentos uma imagem se forma revelando algo que somente fará sentindo com todos os documentos reunidos.

Um dos pontos mais importantes do game, está na vila, já citada, onde Ezio pode adquirir uma renda estável para aquisições de itens para suas missões, bem como visualizar as estátuas de todos os assassinos de sua linhagem. É nessa parte que você deve ficar atento para resolver um puzzle, nas catacumbas. que consiste em oito trancas. Ao resolver esse enigma a armadura de Altair estará disponível.

A jogabilidade apesar de no início parecer básica, também vai evoluindo com o game, tornando os combates e explorações mais interessantes. O problema principal é o mesmo presente na maioria dos games em 3D, você precisa ir para um lado, aciona a ação no joystick, mas o personagem acaba por realizar outro movimento.

A parte gráfica do game também recebeu melhorias, apesar de não serem nada de absurdo em relação ao primeiro Assassin's Creed. Mas o grande destaque é a fidelidade de reprodução das cidades italianas do período renascentista, realmente um trabalho artístico muito bem feito. Os detalhes beiram o extremo, desde os calçamentos das ruas e arquiteturas das edificações, até o visual e vestuário da população desta época. Também existe os efeitos de mudanças entre dos períodos diurnos e noturnos.

A sonorização do game merece mais elogios do que críticas. Os cenários ficaram muito bem ambientados com temas clássicos misturadas a música italiana da época e a dublagem dos personagens muito bem feitas, com excelentes interpretações dos atores que deram vida a Ezio e os demais presentes. A única estranheza é o meio inglês meio italiano entoado pelos personagens, ficou parecendo o nosso portunhol, mas tudo bem. Mas várias faixas de áudio são disponibilizadas, até mesmo o italiano de verdade.

Finalizando, Assassin's Creed 2 evoluiu muito em relação a sua primeira versão. O enredo mais elaborado, detalhando personagens secundários, as várias missões presentes, e a incrível reprodução gráfica das cidades italianas, tornaram o game um grande título.

Agora sim a Ubisoft conseguiu dar a Assassin's Creed o destaque e as características que merece, separando-o de vez de seu irmão mais velho, Prince Of Persia.

Bayonetta

Leitores do manual da tecnologi@! Venho trazer a vocês o review do jogo que está dominando as vendas: Bayonetta. Logo depois mando o detonado:


Quando Bayonetta deu as caras pela primeira vez, logo imaginei que o jogo seria uma bomba. Uma bruxa sexy com armas acopladas nos pés? Parecia exagero para mim. Algo que na cabeça de Hideki Kamiya, o criador de Devil May Cry e Viewtiful Joe, é completamente normal. Depois de jogar e terminar o game, fiquei surpreso com a sua qualidade. Bayonetta realmente diverte, provoca, e impressiona.

Na história, as Umbra Witches estão em guerra contra os Lumen Sages. Umbra Witches é formado por mulheres bruxas, que utilizam os poderes da Lua. Já o Lumen Sages é formado por homens, que trabalham com a luz e fazem uso do poder do Sol. As duas facções dividem um tesouro chamado The Eyes of The World, que foram separadas em duas partes – Left Eye e Right Eye. Quando estes dois tesouros somem, as facções entram em um conflito interminável.

Defendendo as Umbra Witches está Bayonetta e Jeanne, duas belas bruxas que lutam contra as criaturas celestiais. Bayonetta foi revivida nos tempos atuais, sem memória. Detentora de poderes mágicos, sua batalha contra as forças do paraíso continua. A razão desta batalha esconde-se em seu passado, assim como sua ligação com o Inferno e a outra bruxa, que possui as mesmas técnicas de combate, magias e habilidades com as armas de Bayonetta.

Enzo, um informante que não fecha a matraca , e Rodin, proprietário de um bar, formam o ciclo de amigos da Byonetta no início da aventura. Enzo oferece informações importantes para guiar Bayonetta em sua missão, enquanto Rodin oferece as armas e acessórios. Posteriormente você conhece Luka, um jornalista que persegue Bayonetta ao acreditar que ela tenha matado seu pai, e uma misteriosa garotinha chamada Cereza.

O jogo se desenrola em 15 capítulos, além do prólogo e epílogo. Cada capítulo é dividido em vários estágios sendo que, ao completar um deles, seu desempenho é calculado e dado como uma moeda (que varia de pedra a platina pura). Este cálculo é uma média tirada dos combos realizados, tempo que você levou para concluir o estágio, dano recebido, pontos de bônus, continues e itens usados. Ao completar um capítulo, é feito a soma de todas as moedas, lhe premiando com um troféu (platina, ouro, prata…). Detalhes que não adicionam nada ao game, mas que são um prato cheio para os jogadores mais experientes e que desejam destravar todas as conquistas do game.

Bayonetta dispõe das suas pistolas Scarborough Fair, com munição infinita, e dois tipos de golpe: de braço e de perna. Estes golpes podem ser customizados com outras armas que você adquire durante o jogo, como as espadas Shuraba e Angel Slayer, as espingardas Onyx Roses, Durga (garras elétricas e de fogo), Odette (patins de gelo), e o chicote Kulshedra. Com estas armas, os combos se tornam bastante numerosos e bonitos de assistir. Ainda mais quando utilizada as armas dos inimigos, que caem no chão e duram um certo tempo.

As armas podem ser selecionadas em dois grupos, A e B, que permitem serem alternadas durante o jogo. Bayonetta dispõe também de uma série de magias como a Witch Time, Torture Attacks, Wicked Weave e Infernal Demons. A Witch Time é ativada ao esquivar de um ataque inimigo, deixando o tempo mais lento para contra-atacar. Serve também para andar sobre a água e passar por áreas perigosas. Torture Attacks são máquinas de tortura conjuradas pela bruxa, que acabam com o inimigo em um único ataque. Dama de Ferro, guilhotina, túmulo e ataque de motosserra são alguns exemplos. Wicked Weave são os ataque de cabelo, disparados ao finalizar um combo. E por último temos os Infernal Demons: demônios conjurados com o cabelo da Bayonetta e executados quando “Climax” aparece na tela, geralmente durante as batalhas contra os chefes de fase.

Para completar tem o bar do Rodin (chamado The Gates of Hell), onde você pode comprar itens, armas especiais, acessórios que dão habilidades extras, técnicas (novos movimentos e ataques), e itens especiais que fazem parte do tesouro de Rodin (roupas, pulseiras, etc). Porém vários dos produtos da loja são caros, sendo acessíveis após terminar o game pela primeira vez – o jogo mantém o seu dinheiro e tudo o que já comprou. E, pra ajudar a conseguir mais itens ou dinheiro (representado pelas argolas do Sonic), ao final de cada capítulo você joga o minigame de tiro ao alvo Angel Attack.

No combate, o jogo esbanja qualidade. É fácil controlar a heroína e seus inúmeros golpes. E divertido de ver os inimigos se despedaçarem em golpes exagerados e cheio de poses sensuais. Bayonetta é realmente sexy, mas seu apelo sexual não chega a incomodar. Pelo contrário: oferece charme ao jogo. Ver a bruxa ficar seminua apenas com seu longo cabelo cobrindo as partes íntimas, durante um ataque especial, realmente chama a atenção. Não apenas pela sensualidade, mas também pelo entretenimento da ação. Talvez a única ressalva seja as dancinhas durante suas invocações demoníacas, o que deixa tudo escrachado e exagerado demais.

Conforme o jogo avança, você coleta livros que contam mais detalhes sobre as Umbra Witches, os Lumen Sages, e a cidade sagrada de Vigrid. Destruindo objetos dos cenários, você coleta itens como pirulitos (8 tipos de 4 cores e efeitos diferentes), ingredientes para composições, medicamento contra a morte, flauta mágica, peças de discos, e etc. Com os ingredientes, na interface de menu, você pode misturá-los para fabricar itens.

O visual do jogo é outro detalhe que impressiona. Os ambientes e cidades são cheios de vida, com efeitos visuais de encher os olhos. Os inimigos são inventivos, belos, esquisitos, e oferecem muitos desafios. Apesar de encherem a tela, em momento algum eles atrapalham a visibilidade da ação. Até mesmo as pequenas batalhas impressionam, fazendo o jogador se sentir extremamente ágil e poderoso.

No geral, o jogo mescla ação frenética com exploração e alguns quebra-cabeças bem simples. Agora o melhor de Bayonetta, sem sombra de dúvida, são as batalhas contra os chefes celestiais. Elas são simplesmente sensacionais, inclusive a batalha final contra o Criador. Após terminar o jogo, você abre os extras Gallery (”The World of Bayonetta”, que inclui: artes conceituais, modelos 3D, trilha sonora completa e o videoclipe “Let’s Dance, Boys!“) e Umran Tears of Blood, onde ficam listados todos os achievements (ou trophies) do game.

Bayonetta é um jogo fantástico e muito bem produzido. Personagens carismáticos, batalhas de proporções épicas e a excelente trilha sonora compõem esta obra prima da Sega. A história, cheio de exageros, consegue divertir pela simplicidade e humor. É só uma pena que a produtora do jogo, a Platinum Games, tenha optado por misturar as cenas de animação 3D com filmes de fotografia e cenas estáticas, tirando a graça em sua forma de contar a história. E, como todo jogo que se preze, sempre há bugs. E aqui, os mais graves são vistos no Capítulo VIII (Route 666), em que Bayonetta pilota uma motocicleta. Mas nada que atrapalhe a diversão oferecida por este “non-stop climax action game”.

Bom é isso!
Marcelo da Silva Júnior - Manual da Tecnologi@!

Review World of Warcraft

SIM! Estou fazendo o review do maior jogo online de todos. Só o donwload são 15gb (2 semanas com 50k de download). Mas o peso é descontado no que o jogo pode oferecer, aqui vai o review:


O jogo:

O game coloca ao jogador uma escolha de 10 personagens, sendo 5 da Aliança e 5 da Horda, sendo eles os Humanos (Humans), os Elfos Noturnos (Night Elves), Anões (Dwarves), os Draeneis e os Gnomos (Gnomes). Na Horda estão os Orcs, os Trolls, os Mortos-Vivos (Undeads), os Elfos de Sangue (Blood Elves) e os Taurens. Além das raças, é possivel escolher entre nove profissões, Guerreiro (Warrior), Paladino (Paladin), Xamã (Shaman), Caçador (Hunter), Druida (Druid), Assassino ou Ladino (Rogue), Mago (Mage), Invocador das Trevas ou Feiticeiro (Warlock), Sacerdote (Priest) e a nova classe Cavaleiro da Morte (Death Knight – logo falarei dela).

Outra coisa importante a lembrar são as montarias (mounts), já que o game é gigantesco se tratando de cenários, fica cansativo andar e andar. Cada raça tem 2 montarias, uma que pode ser adquirida no lvl 30 e outro no lvl 60. É possível comprar as montarias das outras raças, e comprar montarias aladas que só podem ser usadas em Outland – Parte do Pacote de expansão The Burning Cruzade.

Jogabilidade

O jogo é simples de se adaptar, tendo da movimentação do personagem pelas teclas [A,S,W,D] e a movimentação da câmera pelo Mouse. Depois de um tempo, o jogador já parece até um veterano in-game.

Mais lutar contra os mobs é fácil, ou não, já que muitos usam varias estratégias e combinações de golpes e skills pra derrubar grandes chefes e criaturas poderosas. Além das lutas de PvP, onde conta que tiver a melhor lista de skills na sua barra de atalhos e como melhor se utilizar do personagem.

Gráficos

Os gráficos de World of Warcraft não podem ser considerados os melhores do mercado.

Os personagens são um pouco quadrados, tem animações de combate repetitivas, além das animações de emoção como rir e dançar.

Mesmo com gráficos um pouco fantasiosos, os cenários do game são uma arte a parte, bem trabalhados dão a impressão de que realmente o jogador está correndo por uma floresta.

Os efeitos gráficos do game, como magias, explosões e efeitos de chuva e neve são perfeitos.

Som

A sonoridade do game é muito boa, o som dos passos mudam de acordo com o terreno, por exemplo, o caminhar na terra muda quando se passa pela grama e depois pra calçada. Na água também tem esse trabalho, do personagem caindo, nadando e saindo da água.

As vozes dos personagens também são bem dubladas, certos NPC’s, como Arthas e Illidan tem vozes próprias e que dão ao personagem toda a característica. Os personagens comuns, assim como os NPC’s e PC’s tem a mesma voz, variando a raça é claro.

Personagens

Como eu disse lá em cima, é possível escolher 10 personagens, 12 se for contar a nova expansão The Cataclysm que vai ser lançada ainda. Como esse review engloba tudo, vamos falar das 12.

Humano

Descendentes da tribo humana de Arathi, os humanos construíram os famosos reinos de Azeroth e Lordaeron. Porém, a invasão da Scourge tomou o reino de Lordaeron. Depois da invasão da scourge em Dalaran, os humanos sobreviventes reconstruíram as ruínas de Stormwind, cidade que foi destruída na 2ª guerra, e junto com o Rei Anduin Wrynn eles fizeram de lá a capital dos humanos.

Classes Disponíveis: Mage, Paladin, Warlock, Priest, Rogue, Warrior.

Night Elves:

Foram os primeiros a liberar e a controlar a magia, mas o uso inconsciente da magia pelos elfos trouxe a Burning Legion ao mundo e conduziu a uma guerra catastrófica entre as duas raças titânicas. Conseguiram banir a Legion do mundo mas seu patrimônio foi destruída e inundada pelo mar, desde então os elfos noturnos se isolaram do resto do mundo e, por muitos milhares de anos, permaneceram escondidos sobre a montanha sagrada Hyjal. Os elfos noturnos são tipicamente honrados e justos, mas eles são muitos desconfiados das “raças inferiores” do mundo. Eles são noturnos por natureza e seus poderes sombrios freqüentemente causam, em seus vizinhos mortais, a mesma desconfiança que eles têm.

Classes Disponíveis: Druid, Hunter, Priest, Warrior, Rogue.

Dwarves (Anões):

Devido a uma recente descoberta de fragmentos das suas antigas origens, os anões submeteram-se a uma transformação notável. Esta descoberta convenceu os anões de que os poderosos Titãs os criaram da pedra quando o mundo ainda era jovem. Sentiram de imediato que o seu destino agora era percorrer o mundo para procurar por mais sinais e provas de sua herança encantada e redescobrir o legado escondido dos Titãs. A essa extremidade, os anões enviaram seus exploradores a todos os cantos do mundo na esperança de descobrir informações sobre locais de escavações por todo o mundo conhecido, alguns deles que servem como pontos de troca e outros que servem como potenciais pontos de caça contra os inimigos da raça dos anões.

Classes Dísponiveis: Hunter, Paladin, Rogue, Priest, Warrior.

Gnomes (Gnomos):

Os Gnomos sempre viveram em sua cidade subterrânea, Gnomeregan, criando e aperfeiçoando suas habilidades tecnológicas e mecânicas. Contudo, a cidade foi misteriosamente invadida por criaturas chamadas Troggs, enquanto a Aliança lutava contra a Burning Legion. Decididos a salvar sua pátria sozinhos e numa tentativa desesperada de expulsar os invasores, eles mesmos contaminaram a cidade com o lixo tóxico que lá era produzido. Mas o tiro saiu pela culatra. Além dos invasores terem criado uma mutação estranha que os deixavam mais fortes – e ainda menos compelidos a irem embora -, vários gnomos foram intoxicados pelo lixo. Muitos morreram ou foram corrompidos. Mas os que conseguiram fugir conseguiram asilo em Ironforge, auxiliando a Aliança na eterna guerra contra a Horda e a Burning Legion com seus aparatos tecnológicos e esperando o dia no qual terão sua cidade de volta.

Classes Dísponiveis: Mage, Warlock, Rogue, Warrior. (nota para os Gnomes que não tem classe Priest, já que em sua Maioria, os Gnomes são ateus e confiam mais em suas criações maquinarias)

Draeneis:

Os Draeneis eram conhecidos como Eredars, que viviam pacificamente no mundo de Argus, até que o líder da Burning Legion (Sargeras) quis conquistar o planeta. O destruidor ofereceu uma proposta para os Eredars que eles não podiam recusar, dois dos três líderes, Kil’ jaeden e Archimonde, logo aceitaram, mas o último, um poderoso sábio chamado Velen, teve uma visão do futuro que os Eredars seriam transformados em demônios. Ao reunir um grupo de Eredars e renomeou o nome da raça para Draenei ou Os exilados. Com a ajuda de um naaru (uma criatura feita de luz) os draenei percorreram os cosmos até chegarem ao planeta de Draenor. Eles viveram pacificamente até a chegada da Burning Legion e quase dizimando os draeneis do mundo. Com a abertura do Dark Portal, os draeneis chegaram em Azeroth, conseguindo apoio da Aliança e se instalaram na ilha ao noroeste das florestas de Ashenvale (Azuremyst Isle) e contruiram uma nação com o nome de Exodar, onde vivem até hoje.

Classes Disponíveis: Hunter, Mage, Paladin, Shaman, Priest, Warrior.

Worgens (Sem muitos detalhes):

Os Worgens são os descendentes dos Lobisomens. Há várias teorias a respeito de sua história, ainda assim, sua verdadeira origem permanece um segredo.

O Archmage Arugal utilizou as bestas “lobisomem” como uma arma contra a Scourge, na terceira Guerra, onde foi dita ser a primeira aparição das criaturas. As “armas” de Arugal logo voltaram-se contra ele mesmo, conforme a maldição dos Worgen espalhava-se rapidamente entre a população humana, transformando homens e mulheres comuns em criaturas selvagens.

Os moradores de Gilneas se viram numa cilada, já que a maldição se espalhará das terras de Silverpine, até sua nação, onde a maldição se tornou uma epidemia.

Pela Horda temos as raças tribais:

Orcs:

Nascidos no mundo de Draenor, foram trazidos até Azeroth por meio do Dark Portal, e foram forçados a entrar em guerra com os humanos. Apesar de poucos saberem de sua história, eles eram uma sociedade xamânica no mundo de Draenor. Tragicamente, os nobres clãs de Orcs foram corrompidos pela Burning Legion e usados como peões na invasão de Azeroth, e por causa do Dark Portal, o mundo de Draenor explodiu.(Atualmente chamada de Outland). Terminada a guerra, foram aprisionados pelos humanos e feitos escravos. A situação ficou assim até serem libertados por Thrall, que conseguiu juntar uma rebelião contra a Aliança. Liderados pelo jovem Thrall, conseguiram reconquistar sua força e honra. Agora os Orcs estão prontos para a luta, não por razões de conquista, mas sim, para a sobrevivência em sua terra adotiva.

Classes Disponíveis: Hunter, Rogue, Shaman, Warlock, Warrior.

Trolls:

Uma de suas tribos foi obrigada a deixar seus preconceitos de lado quando encontraram o chefe orc, Thrall. Os Trolls da Tribo Darkspear, que há muito tempo haviam sido exilados de suas terras ancestrais no vale de Stranglethorn, quase foram destruídos por um exército de criaturas aquáticas conhecidos como murlocs, mas Thrall os salvou junto com o exército da Horda. Em consideração à sua ajuda, os Trolls fizeram um juramento de eterna união com a Horda.

Classes Disponíveis: Hunter, Mage, Priest, Rogue, Shaman, Warrior.

Undeads:

Antigos membros da aliança de Lordareon governada por Arthas durante o episódio de Warcraft III, os Forsaken eram membros da Aliança, que foram exilados pela mesma após se tornarem mortos-vivos, sem rumo eles se uniram a “elfa-banshee” Sylvanas Windrunner, uma ex-serva da Aliança na sua batalha da Scourge contra Azeroth. Fora do comando da Burning Legion, os Forsaken instalaram-se nos esgotos da capital de Lordareon e criaram a cidade de Undercity. As alianças com a Horda tornaram a vida para os Forsaken mais fácil, mas mesmo assim, ambos desconfiam-se mutuamente.

Classes Disponíveis: Mage, Priest, Rogue, Warlock, Warrior.

Taurens:

Taurens são uma das mais antigas raças de Azeroth e antes de se unirem à Horda eram nômades, dando pouca importância aos eventos mundiais. Quando foram encontrados por Thrall, em Kalimdor, eles sofriam fortes ataques por parte dos Centauros e suas tribos estavam espalhadas. Segundo as tradições Taurens, eles foram criados pela Terra-Mãe no princípio dos tempos e eram conhecidos como os Shu’halo.

Classes Disponíveis: Druid, Hunter, Shaman, Warrior.





Blood Elves:

A origem dos Elfos de Sangue é a mesma dos Elfos Noturnos. No passado porém os Elfos de Sangue, que até então eram chamados de Altos Elfos e foram banidos da terra dos Elfos Noturnos por drenarem as energias vitais da natureza para saciar seus vícios. Chegando em terra estrangeira e enfraquecidos pela viagem os Altos Elfos tiveram que lutar com várias raças, em especial contra os Trolls, mas conseguiram se reerguer e fundar sua nação, Quel’Thalas, após se aliarem aos Humanos. Essa aliança durou anos até a invasão e destruição de sua capital pelos mortos-vivos do Scourge.

Após esse evento os Altos Elfos passaram a se chamar Elfos de Sangue em memória daqueles que morreram durante o ataque, mas se mantiveram aliados aos Humanos. Após atuar sob o comando do Grande Marechal Garithos, conhecido por seu preconceito para com outras raças, Kael’thas Sunstrider é condenado à morte por se associar às Nagas para se salvar de mais um ataque da Scourge. Salvo do calabouço pela líder das Nagas, Lady Vashj, os Elfos de Sangue renegam a sua aliança secular com os Humanos e se fecham em sua cidade mágica, protegidos do mundo exterior, enquanto seu líder foge para as “Outlands”, juntamente com Illidan e Lady Vashj, em busca da promessa da fonte que saciaria o vício de magia de seu povo. Recentemente os Elfos de Sangue voltaram a sair de sua cidade e buscaram aliança com a Horda, amparado pelos mortos-vivos abandonados, liderados por Lady Sylvanas Windrunner.

Classes Disponíveis: Hunter, Mage, Paladin, Priest, Rogue, Warlock.

Goblins (sem muitas informações):

Originalmente, as raça dos Goblins era escreva de trolls na ilha de Kezan, forçados a minerar kaja’mite ore do Monte Kajaro. Os trolls usavam esse forte mineral para seus rituais de magia negra, porém, o mineral acabou provocando uma estranha reação nos escravos, que estavam em contato direto com o mesmo: o kaja’mite gerou um tipo de inteligência muito forte nos Goblins, os quais começaram a craftar seus próprios e poderosos artefatos de engenharia e alquimia em segredo . Logo, os Goblins dominaram seus opressores e assumiram Kezan como sua terra natal. As minas que tinha sido sua prisão e a base de sua rebelião agora são a cidade de Undermine. Atravessando a ilha por meio de  túneis, cavernas e tubos de lava, a cidade de Undermine é um reflexo das mentes complexas e imprevisíveis dos Goblins.

Bom é isso espero que gostem.
Marcelo da Silva Júnior - Manual da tecnologi@!

Review Fifa World Cup 2010

No embalo da copa, a equipe resolveu passar aos leitores o íncrivel jogo da copa do mundo FIFA 2010. Confira o review:


Gráficos:

Apesar de não considerarmos este título como  uma sequência propriamente dita de Fifa10, lançado em Outubro de 2009, utilizaremos ambos jogos para avaliar a melhoria gráfica de um título para outro.

Em 2010 Fifa World Cup, percebemos a melhoria nas texturas dos jogadores, gramado e até mesmo dos estádios. Os jogadores, estão com as feições bem parecidas com a dos seus representantes reais, assim como a grama parece ter relevo e não mais se assemelha a um grande carpete verde. Os estádios foram muito bem reproduzidos, assim como aqueles que serão palco das partidas da Copa do Mundo da África do Sul.

Há também outros detalhes que fazem a diferença, como por exemplo a gama de cores que está mais viva e agradável, assim como as animações entre as jogadas, que alternam imagens da torcida, jogadores e técnicos. Tudo isso para imergir os jogadores na atmosfera de uma verdadeira partida de Copa do Mundo de futebol.

O único destaque negativo fica para algumas pequenas quedas de framerate durante as animações de abertura da partida, onde os times estão alinhados para ouvir o hino nacional.

Som

O Som tem um papel importante na ambientação do jogo. Como mencionamos no início do Review, as vuvuzelas estão presentes na torcida e incomodam/agradam como numa partida real.

A torcida também tem seu papel nas partidas do jogo, incentivando o time da casa e vaiando o adversário quando este está com a bola. É possível ouvir gritos de guerra característicos que auxiliam na criação desta atmosfera muito mais envolvente do que em Fifa10. Porém, nem tudo é como gostaríamos. O povo sul-americano reage de uma forma totalmente única quando tratamos do assunto futebol. Seguindo este pensamento, talvez faltou um pouco mais de emoção e do calor latino americano durante as partidas. Mesmo durante a celebração dos gols, a torcida parece não vibrar tanto quanto deveria.

Com relação a trilha sonora, esta não foge muito do estilo que a EA Sports tem trazido nos últimos títulos da franquia. Alguns artistas brasileiros, como Marisa Monte e Sérgio Mendes estão presentes, mas ainda assim não contagiam como antigamente. Quem não se lembra da abertura de Fifa 98, com a música Song 2 da banda Blur?

Jogabilidade:

Quando a demo de Fifa WC 2010 foi lançada, alguns questionaram que nada mudou com relação a Fifa10. De fato, muitos podem encarar dessa forma, porém os mais detalhistas podem perceber o que de fato melhorou ou piorou.

Com a bola rolando, o jogo está fluindo de forma mais natural e solto. A movimentação dos jogadores está mais suave, facilitando o controle dos mesmos, mas não chega a ser exagerar a ponto de estragar a sensação de simulação que consagrou a série nos últimos anos. Além disso, houve a implementação de novos dribles e comemorações, que com certeza vieram para somar com os que já tínhamos em Fifa10.

Porém, a grande mudança na jogabilidade ficou por conta da influência externa que afeta diretamente o desempenho dos jogadores. Assim como em partidas reais, efeitos da altitude, pressão da torcida, clima, etc, facilitam ou dificultam os times dentro de campo. Enfrentar a seleção do Bolívia, na altitude de La Paz e com a torcida pressionando o time visitante, não é tarefa fácil nem mesmo para a seleção brasileira. Seguindo esta linha, a EA Sports implementou este sistema que simula os efeitos da altitude, que cansam o time visitante mais rápido e diminuem a resistência do ar, tornando os chutes mais fortes e perigosos. Além disso, os times quando jogam em casa, tendem a pressionar mais o adversário, dificultando a saída de bola e atacando com muito mais perigo.

Por fim, mas não menos importante, houve a inovação no sistema de cobrança de penaltis, que estão muito mais difíceis e complexos. Além de poder cobrar no melhor estilo Zidane e Loco Abreu, agora é possível fazer a famosa paradinha, que assombra os goleiros brasileiros. Mas não se iluda, é preciso treinar muito as cobranças, para estar preparado para um possível final de Copa do Mundo.

Diversão:

Além deste clima que gira em torno da Copa do Mundo e que com certeza vai manter a empolgação em alta durante esse período,  a diversão de Fifa WC 2010 fica por conta dos modos de jogo. Ao todo são 7 modos “offline” (Kick off, Captain your Country, Story of qualifying, Story of the Finals, Penalty shootout e trainning ground) e 2 modalidades online ( Online Fifa World Cup e Online Games).

Abaixo segue um pequena explicação de cada modalidade:

Kick-off: Partidas amistosas entre amigos ou o computador, com suporte até 7 jogadores simultâneos.

Captain your Country: Assuma o papel de uma estrela consagrada ou exporte seu Virtual Pro ( Fifa10) para levar o seu país ao título da Copa do Mundo

Story of Qualifying: baseado no modo Scenario de International Superstar Soccer, que coloca o jogador em situações reais, que aconteceram ao longo das rodadas eliminatórias em todo mundo. O objetivo é reverter a situação, tendo no total 3 metas a serem cumpridas. Conforme o jogador completa as metas, novas situações são destravadas, como por exemplo aquelas que aconteceram nas fases finais da Copa do Mundo de 2006 na Alemanha.

Story of the Finals: Assim como em Story of Qualifying, o objetivo é reverter situações adversas, porém este modo estará disponível somente após o término da primeira rodada da Copa do Mundo de 2010. Ou seja, na medida que as rodadas vão acontecendo, estará disponível para download uma situação baseada nas rodadas que aconteceram na Copa do Mundo da África do Sul.

Penalty Shootout: modo indicado para aprender o novo sistema de cobrança de penalidades. Além de um tutorial básico e avançado, há a possibilidade de disputar cobranças contra amigos ou o computador.

Training Ground: Treine suas habilidades, jogadas ensaiadas ( set piece) e cobranças de bola parada antes de botá-las em prática nas partidas.

Online Fifa World Cup: Uma versão online da Copa do Mundo, onde os jogadores começam na fase de grupos e disputam o título da glória maior do futebol.

Online Game modes: Assim como em Fifa10, dispute partidas rankeadas ou apenas amistosas com jogadores de todo mundo. A novidade fica por conta de um ranking mundial de jogadores, chamado Battle of the nations. Nele, cada vitória que você conquista em partidas rankeadas, estará ajudando seu país a chegar ao todo do ranking mundial para definir qual nação possui os melhores jogadores de Fifa WC.

Bom é isso. Espero ter agradado. Bom jogo!
Marcelo da Silva Júnior - Equipe Manual da Tecnologi@!

Yu-Gi-Oh! Rpg Online Preview

Não sei se voces sabem,mas o Yu-gi-oh! já era para ter lançado a tempos,só não lançou pelo fato dos alemães ainda estarem preparando o servidor,é um jogo que prometem,então estou aqui para dizer um pouco mais sobre as regras,ditas por Lucas e Luis Cláudio,os adms do game:

*Precisa baixar o game?


Não, ele é um jogo de browser, assim como DBZ RPG Online, ou seja, você vai usar só o seu navegador de internet.


*Quando começa?


A estréia está PREVISTA para o dia 04/06/2010, ou seja, na próxima sexta, não tem uma hora marcada para a liberação da URL e também não está totalmente certo que será na sexta, por isso chamam de "previsão", o menos estressante para os fanáticos é acessarem o site no domingo, pois as possibilidades do jogo estar no ar é muito maior.Sem previsão por enquanto,quem sabe dia 05.



*Qual é o site do jogo?


www.yugiohrpgonline.com.br
Se você tentar acessá-la agora, não irá conseguir, pois a mesma não está no ar, só ficará quando o jogo entrar no ar.



*Vão ser as regras do Yu-Gi-Oh! ou do GX?


Essa é uma das dúvidas mais banais e poucos tem a resposta, Yu-Gi-Oh! é um anime, apenas um anime, feito para divulgar um jogo de cartas chamado Trading Card Game ou Monstros de Duelo (aka TCG, ou OCG). As regras utilizadas nesse jogo, são as regras oficiais do jogo de cartas, não do anime, pois existem algumas divergencias em efeitos de monstros e cartas.
Repetindo, o anime é só um meio de propaganda para o jogo de cartas.
Mas para os que ainda não entenderam, as regras vão se assemelhar às últimas gerações do anime, que utilizam as regras oficiais, ou seja, aquele primeiro Yu-Gi-Oh! que passou na Globo onde o Yugi invocava o Black Magician sem sacrifício nenhum não utilizava das regras originais.



Curiosidade


Existem 3 constituições de regras para TCG, uma feita na criação do jogo, outra em 2007 e a 3ª em 2009. O que mudou em cada uma das constituições foram apenas 2 tópicos: a estrutura do baralho e as cartas banidas.
Original - limite de 80 cartas, todas as cartas utilizadas contam.

2007 - limite de 80 cartas, fusion deck separado, tendo estrutura própria de limite 40 cartas.

2009 - limite de 60 cartas, fusion/synchro deck separado, tendo estrutura própria de limite 20.




*Vão ter as cartas dos Yu-Gi-Oh!'s GX e 5D's?


Essa pergunta não tenho a resposta com 100% de certeza, contudo, o que já foi respondido pelos Administradores foi claro, agora, no lançamento do jogo, invocações Synchro e monstro Tuner não estarão presentes, pois requerem uma lógica a mais para a programação do game,contudo, falaram que a cada dia, semana e mês, novas cartas serão lançadas.
Parem pra pensar, TCG tem mais de 10000 (dez mil) cartas, lançar todas no primeiro dia de jogo seria um tanto quanto difícil, mas aos os poucos novas cartas vão surgindo e novas estratégias também.



Jogabilidade


Como foi uma das questões que nosso amigo não soube responder, informo-lhes que o jogo irá visar a parte estratégica do jogo!

Ou seja, vocês não verão nenhum monstro se movimentando no jogo, soltando ataques pela boca e etc., já que é uma característica marcante de jogos RPG focar a estratégia.

Resumindo: jogabilidade foca principalmente o esquema de cartas, como se você estivesse jogando com um adversário real, na mesa... porém com a vantagem de ficar conhecido por suas estratégias em todo o páis e se tornar um grande mestre nesse jogo.




*Quero treinar, por onde começo?


Eu aconselho o jogo Yu-Gi-Oh! Nightmare Troublador, pois usa a primeira geração de cartas, bastante conhecida por todos e tem uma engine de lutas muito boa, fazendo muitos duelos em pouco tempo, seu console é o Nintendo DS, que hoje, facilmente se consegue emulador e rom, não posso dar fontes por questões legais.



Peço que não xinguem,pois a culpa não é deles,e sim dos alemães que não liberam o server logo.

Prints do game:









Dúvidas?Comente!

Vinícius De Souza Torres-Equipe Manual Da Tecnologi@

Grand Chase

Não gosto muito de GC, mas coloquei comandos, personagens e outras coisas para você entender como é o jogo. No final, como sempre, link para download:



História

Durante muito tempo, elfos e humanos coexistiam pacificamente. No continente de Vermecia, os elfos viviam nas florestas, em suas pequenas vilas, enquanto os humanos se dividiam entre os grandes reinos de Canaban e Serdin. A paz era selada por votos de amizade entre os dois povos. Mas, um dia... No reino de Canaban, surgiu Cazeaje. Assassinando o servo mais leal do rei de Canaban, ela assumiu sua aparência e seu posto de confiança. Sob esse disfarce, Cazeaje lentamente começou a inspirar os governantes do reino com promessas de grandes conquistas, poder e glória. E Canaban começou a trilhar o caminho da escuridão.

Durante cinco anos, uma guerra entre os dois reinos devastou Vermecia. Vilas foram destruídas, muitas vidas perdidas, e diversos heróis tombaram em batalhas históricas. Até mesmo os elfos e anões deixaram seus lares para defender Serdin, mas o exército de Canaban era implacável. Na maior dessas batalhas, Cazeaje revelou seu disfarce, e tirou a vida do rei de Serdin.

Ao ver seu antigo amigo morto, e a verdadeira forma de Cazeaje, o rei de Canaban foi tomado por uma fúria sem limites, e tentou enfrentar a traidora. Mas era muito tarde, pois Cazeaje havia desaparecido do campo de batalha. Era o fim da guerra entre os dois reinos, mas mais segredos ainda seriam descobertos.

Em Serdin, não só a guerra destruía o reino, mas o surgimento de vários monstros causava medo na população. Florestas e cidades eram destruídas pelo ataque dessas criaturas desconhecidas. Ainda abalada pela morte de seu marido, a rainha de Serdin recebeu uma notícia trazida maiores magos do reino. Cazeaje havia se tornado a rainha da escuridão, e possuía um grande exército de monstros sob seu controle.

Enquanto Canaban e Serdin começavam a se reconstruir e preparar seus exércitos contra as forças do mal, foi criada uma tropa de elite com os maiores guerreiros dos dois reinos. Eles deveriam encontrar Cazeaje e acabar com o mal de uma vez por todas. Sob a liderança da comandante Lothos, começava a grande caçada, a Grand Chase!

Comandos

Z - Ataque
Cima - Pular
Baixo - Descer ou utilizar Teletransporte
Esquerda e Direita - Mover
X - Escolher item
C - Usar item
A - Provocar
Dois toques para frente - Corrida
F9 - Ok! ou Começar Jogo
F10 - Janela de Bate-papo
Ctrl + 1 - Gravar Replay (Somente nos modos Arena, Batalha e Expedição)

Personagens
Elisis



Elesis é uma espadachim de Canaban. Em sua infância, foi treinada por seu pai, um cavaleiro das tropas imperiais do reino. Durante a grande guerra entre os dois reinos, seu pai desapareceu juntamente com sua tropa, e ela iniciou sua jornada para encontrá-lo.

Em Serdin, soube das notícias sobre Cazeaje, e acreditando que ela é a culpada pelo desaparecimento de seu pai, tenta fazer parte da tropa de elite Grand Chase para derrotá-la e encontrá-la.




Classe Inicial: Espadachim
2ª Classe: Cavaleira
Arma Inicial: Espada
Arma de 2ª Classe: Lança

Seu estilo de luta é a porrada! Possui uma boa força e uma boa defesa, ótima para ataques mano-a-mano, sua fraqueza são os ataques a distância, o qual, ela não possui.

Como adquirir a 2ª Classe (Cavaleira):
Para se tornar cavaleira, você precisa comprar o Teste de Cavaleiro que está disponível na Loja do jogo, logo após junte 100 Fragmentos de Lança, que podem ser adquiridos no modo Expedição e 1 Selos de Gaicoz que podem ser adquiridos na Missão 2 (Castelo de Gaicoz) (para ganha-lo, vocês precisa sobreviver até o final da missão).

Depois de fazer tudo isto, você ganhará uma lança, que possui um alcance muito maior do que das espadas, você poderá usar lanças com Elisis.

Golpes:

Combo ZZZZZ
Ataque na Corrida Correr + Z
Ataque Crítico Combo << ou >>
Contra Ataque Pressionar a tecla Z quando estiver caindo
Combo Aéreo Combo + Tecla /
Arremessar Encostar no oponente e pressionar a tecla Z
Rebater Flecha Andar na direção oposta, quando atingido por uma flecha

Golpes Especiais (segure a tecla Z até chegar ao especial desejado na barra de MP):

1ª Classe (Espadachim):
Nível 1 Golpe Fatal
Nível 2 Espada de Fogo
Nível 3 Crítico X

2ª Classe (Cavaleira):
Nível 1 Perfurar
Nível 2 Lança Giratória
Nível 3 Lança de Fogo
Arme



Arme é uma maga de Serdin, o conhecido Reino da Magia. Alegre e inteligente, desde pequena ela mostrou possuir talento para as artes arcanas. Apesar da pouca idade, foi aceita na Escola Violeta de Magia e superou muitos alunos mais velhos. Sempre curiosa, acabou descobrindo textos que falam sobre a perigosa magia negra utilizada por Cazeaje, e agora está decidida a derrotá-la para proteger seu reino.



Classe Inicial: Maga
2ª Classe: Alquimista
Arma Inicial: Cajado
Arma de 2ª Classe: Pote Místico

Arme é a maga do jogo, seus ataques se baseiam em magias de longo e curto alcance, possui também magias de "buff", que ajudam você mesmo ou seus aliados, possui um ótimo ataque, mas uma defesa baixa.

Como adquirir a 2ª Classe (Alquimista):
Para se tornar cavaleira, você precisa comprar o Teste de Alquimista que está disponível na Loja do jogo, logo após junte 100 Fragmentos de Pote, que podem ser adquiridos no modo Expedição e 1 Selos de Gaicoz que podem ser adquiridos na Missão 2 (Castelo de Gaicoz) (para ganha-lo, vocês precisa sobreviver até o final da missão).

Após tudo isto, você ganhará um Pote Místico, que dispara bombas, minas explosivas e gas venenoso contra o oponente, você poderá usar Potes Místicos com Arme.

Golpes:

Ataque mágico Z Z Z Z Z
Teleporte Corrida
Bola de fogo Teleporte + tecla Z
Arremesar Encostar no oponente e apertar a tecla Z
Terremoto Ataque mágico + tecla /

Golpes Especiais (segure a tecla Z até chegar ao especial desejado na barra de MP):

1ª Classe:

Ataque*:
Nível 1 Petrificar
Nível 2 Relâmpago ( Controlar direção com teclas / ou / )
Nível 3 Meteoros

Defesa*:
Nível 1 Escudo mágico
Nível 2 Inverter grávidade
Nível 3 Curar ( Quanto mais perto os aliados, maior o efeito )

2ª Classe:

Ataque*:
Nível 1 Soltar Bomba
Nível 2 Bomba Tóxica
Nível 3 Lançar Bombas de Explosão

Defesa*:
Nível 1 Curar
Nível 2 Escudo mágico
Nível 3 Presentinho

*Aperte a tecla X para alternar entre as magias de ataque ou defesa.
Lire



Lire é uma elfa da ilha Eruel, terra do famoso arqueiro élfico Miranto. Sempre pacíficos, os elfos ficaram por muito tempo longe de todos os conflitos que aconteciam no continente, aproveitando sua vida pacata.

Porém, inúmeros monstros começaram a surgir na região, destruindo a floresta e atacando os animais. Conversando com os espíritos da natureza, os anciões descobriram que Cazeaje, a rainha da escuridão, havia retornado e, por isso, enviaram seus melhores arqueiros para se juntar à tropa de elite Grand Chase.




Classe Inicial: Arqueira
2ª Classe: Caçadora
Arma Inicial: Arco e Flecha
Arma de 2ª Classe: Besta

Lire como arqueira, tem como ponto principal os ataques a distância com seu arco, possui ataque moderado e defesa moderada.

Como adquirir a 2ª Classe (Caçadora):
Para se tornar cavaleira, você precisa comprar o Teste de Caçador que está disponível na Loja do jogo, logo após junte 100 Fragmentos de Besta, que podem ser adquiridos no modo Expedição e 1 Selos de Gaicoz que podem ser adquiridos na Missão 2 (Castelo de Gaicoz) (para ganha-lo, vocês precisa sobreviver até o final da missão).

Após tudo isto, você ganhará uma Besta, que dispara mais rápido que um arco comum, além disso, você se tornará mais rápida e seus saltos serão ainda mais altos, você poderá usar Bestas com Lire.

Golpes:

Apontar arco Segurar a tecla Z e mirar com teclas / ou /
Combo Apontar arco + Z Z Z Z Z Z
Ataque na corrida Correr + Z ( atira no sentido contrário )
Ataque crítico Combo + Ataque na corrida**
Arremesar Encostar no oponente e apertar a tecla Z
Salto duplo Pressionar / durante o pulo
Voadora Pressionar Z durante o salto duplo

Golpes Especiais (segure a tecla Z até chegar ao especial desejado na barra de MP):

1ª Classe:
Nível 1 ?***
Nível 2 Chuva de flechas
Nível 3 Tempestade de flechas

2ª Classe:
Nível 1 Furacão
Nível 2 Dança de Flechas
Nível 3 Caçada Aérea

**Não tenho certeza se é este o comando certo, como estou sem Grand Chase não posso conferir, se estiver errado por favor alguem corrija.
***O site do Grand Chase não da essa informação, se alguem souber, por favor me diga para editar.

Lass



Após a batalha final entre Cazeaje e as guerreiras do Grand Chase, o espírito maligno da rainha retornou para o seu reino da Escuridão. No chão, jazia o corpo de um jovem. Suas únicas recordações eram seu nome, Lass, e seu ódio por ter sido controlado como uma marionete pela magia negra de Cazeaje.
Apesar de estar de volta ao lado da luz, seus pesadelos, as visões das atrocidades que cometeu e o sangue dos inocentes sacrificados pela rainha que ainda sente em suas mãos, o impedem de ter a mesma alegria e apego à vida de suas companheiras. Empunhando duas adagas e com muita velocidade, ele pode se movimentar e atacar num piscar de olhos.



Classe Inicial: Ninja
2ª Classe: Não possui
Arma Inicial: Adaga
Arma de 2ª Classe: Não possui

Ataque bom e defesa moderada, é o mais rápido personagem do jogo, para adquiri-lo vença a Missão 5.

Golpes:

Combo ZZZZZ
Corrida Longa Após Corrida, segurar a direção da corrida
Combo na Corrida Durante Corrida, ZZZZ
Salto Duplo Saltar mais uma vez no ar
Jogar Dardos Durante Salto Duplo, / e Z
Usar Lâminas Repetir Z enquanto oponente se levanta.

Golpes Especiais (segure a tecla Z até chegar ao especial desejado na barra de MP):

Nível 1 Impacto Cortante
Nível 2 Fúria Fatal
Nível 3 Ataque Final

Modos de Jogo

Arena

Modo tradicional, em que você pode enfrentar até 5 jogadores, seja sozinho ou em times. Você terá 2 minutos para derrotar seus adversários o maior número de vezes possível!

Caçada

Sozinho ou com seus amigos, corra contra o tempo e derrote todos os monstros. Ao final, incríveis tesouros aguardam por todo o grupo. Ao todo são 25 níveis diferentes e, quanto maior a dificuldade, maiores serão as recompensas!

Expedição

Junte seus amigos e entre em uma batalha contra os mais temíveis monstros de Vermecia! Aqui você escolher até 5 poderosos monstros que devem ser derrotados pelo seu time. Ao final da partida, caso você esteja realizando o seu Teste para Mudança de Classe, receberá um Fragmento de Item.

Batalha

Aqui o importante não é apenas eliminar os oponentes, mas evitar ser derrotado! Após algum tempo a luta entrará no modo "Fast Match", e um monstro escolhido pelo líder da sala irá se juntar à batalha.

Missão

Faça parte da história do Grand Chase e junte-se à grande caçada à Cazeaje. Diversos inimigos, itens especiais e outros segredos poderão ser encontrados neste modo de jogo! Esta é sua principal forma de evoluir pelo mundo de ação e diversão!

Link: http://games.levelupgames.uol.com.br/grandchase/suporte/download-do-jogo

http://fc09.deviantart.com/fs36/f/2008/266/f/0/Grand_Chase_monitor_topper_by_Ardnaz.jpg
Marcelo da Silva - Manual da tecnologi@!